Trabalho, família ou ambos?

Continuamos a ouvir pessoas a dizer que quando fazemos o que gostamos, não trabalhamos um único dia da nossa vida. Será verdade? Neste artigo, analiso vários pontos inerentes a esta frase e explico-vos a minha visão. Depois, gostava de conhecer a vossa opinião.

Acredito plenamente que devemos procurar fazer aquilo que nos apaixona, pois só assim conseguimos manter-nos empenhados e focados, ter alegria no trabalho e chegar ao fim do dia com sentido de dever cumprido e de concretização. Compreendo que se o trabalho for algo que vemos como um sacrifício diário, um mal necessário, a nossa vida torna-se um inferno e, portanto, é muito melhor trabalhar naquilo que nos apaixona.

Agora, vamos analisar as pessoas que trabalham por gosto e que não deixariam de o fazer a nenhuma hora do dia, mesmo tendo essa possibilidade. Pessoas que vivem para a profissão e deixam família, amigos, hobbies em segundo plano. Não será fácil acabarem num burn-out? A sua paixão não se estará a tornar um vício que, como qualquer outro vício, acaba por se tornar prejudicial para a saúde, vida e, no final, para a própria profissão? Se somos seres sociais, precisamos que as nossas relações vão além da atividade profissional.

Por outro lado, se pensarmos na família, terá esta de ser sacrificada a bem profissão? Terão os filhos que ser esquecidos, os pais abandonados, por uma profissão apaixonante? E no final, quando a idade ou a saúde já não permitir continuar? Ou mesmo quando qualquer alteração estrutural no país fizer estas pessoas perderem o seu trabalho ou serem ultrapassadas por qualquer nova tecnologia. O que vai restar, mesmo com dinheiro suficiente para o resto da vida? Talvez um profundo vazio na sua vida familiar e social…

Work life balance

Sou plena defensora do work life balance. Se como profissionais somos excelentes gestores e organizadores do nosso tempo, devemos aplicar esse conhecimento também à nossa vida, a toda a nossa vida.

Estabelecer horários para as nossas atividades profissionais, sociais, familiares. No limite, obrigarmo-nos a sair da zona de conforto e a participar em atividades que não nos trazem um proveito imediato, mas dão a possibilidade a outros de terem a nossa companhia. Nunca sabemos como será o dia a seguir (convido-o a ver este vídeo, acho que vai perceber do que estou a falar).

A nossa vida é composta por várias partes, dividida genericamente por duas grandes áreas, vida pessoal e profissional. Sempre que uma das áreas não está saudável, a longo prazo, a outra área é contaminada, ou por falta de foco ou por excesso.

Esta é a razão pela qual cada vez mais pessoas optam por tomar as rédeas da sua profissão, não dependendo de uma empresa que lhes pagará um determinado valor em troca do desempenho de uma função. Em Portugal, o mercado de trabalho é injusto para com os seus trabalhadores. As tarefas aumentam, as horas trabalhadas também e no final a remuneração é a mesma. E, quando pensamos na forma de aumentar os rendimentos por forma a compensar a dedicação e foco, a solução é empreender.

Neste campo, o setor imobiliário é dos poucos setores carente de verdadeiros profissionais. Não acredito que todas as pessoas se enquadram neste mercado, mas acredito que existem perfis em todos os outros setores que teriam mais sucesso na área do imobiliário.

 

 

Vantagens de ser um empreendedor no imobiliário

Estudar anos a fio para conseguir ser um bom médico ou um bom advogado… Estas regras não se aplicam ao setor imobiliário. Aqui, pode iniciar a atividade de imediato, com apoio, experiência e conhecimento de uma agência enquanto investe na sua formação. Estudar, trabalhar, estar em constante busca pelo conhecimento são basilares para o sucesso nesta profissão e não devem ser descurados! No entanto, pode pôr em prática os dois simultaneamente, não negligenciando o resto da sua vida, da “sua árvore”.

Como especialista em recrutamento, ouço imensas queixas da vida, do trabalho, da falta de tempo, dos escassos rendimentos, etc. No entanto, muitas destas pessoas não reconhecem a possibilidade de trabalhar neste setor e muitas outras não terão perfil ou real vontade de mudar. Se ainda está a ler este artigo, provavelmente não é nenhum dos dois.

É alguém que quer empreender, que quer mudar de vida, crescer pessoal, profissional e, consequentemente, financeiramente? Se sim, desafie-se e contacte-me para vir conhecer a magia do mundo imobiliário  mara.silva@homehunting.pt

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