Da casa do João Simões Dias até si #connectinghomes

Ser consultor imobiliário na Home Hunting permite uma grande flexibilidade de tempo e de espaços de trabalho (muitos optam por trabalhar, na sua maioria, por casa). No entanto, o consultor João Simões Dias é um dos que não dispensa longas horas no escritório. Como foi esta adaptação ao teletrabalho?

Testemunho João Simões Dias (Consultor Imobiliário)

Todos sabemos que o imobiliário é um negócio de pessoas para pessoas e, como tal, a situação que vivemos atualmente não pode ser indiferente à forma como trabalhamos diariamente.

Separaria o meu trabalho em duas grandes vertentes: interna e externa.

Internamente, o impacto do contexto atual tem sido absolutamente nulo. Para além da Home Hunting ter um ADN muito digital e desmaterializado, tanto em termos de papel/documentos de trabalho como em termos de processos que funcionam de uma forma altamente eficiente e sem necessidade de presença física no trabalho em equipa, o modus operandi diário já estava perfeitamente preparado para a realidade que vivemos atualmente, garantindo a continuidade a eficiência operacional a que sempre todos nós habituámos. Claro que o contacto físico e calor humano faz sempre falta no trabalho em equipa. Mas o nosso ADN permitiu-nos continuar a interagir uns com os outros como se nada tivesse mudado.

O grande de impacto é externo, com os stakeholders com quem nos relacionamos diariamente – proprietários/vendedores, compradores, parceiros de negócio, entre outros… Aqui sim, foi preciso uma adaptação ao contexto atual e perceber de que forma conseguimos reavaliar as nossas prioridades e adaptar os nossos processos de trabalho, de forma a minimizar o impacto do contexto nas nossas ações e resultados, bem como nas expectectativas criadas nas pessoas com quem trabalhamos e nos comprometemos diariamente.

Tendo em conta o impacto que o meu trabalho tem no contexto externo, estruturei-o/adaptei-o nos seguintes eixos de atuação:

– Fecho de transações: assim que me percebi das condicionantes que se avizinhavam, foquei-me em fechar os negócios que estavam próximos de acontecer. O resultado foi concluir dois deles: um deles com escritura realizada na semana passada e outro com escritura agendada para esta semana. Escolher o Notário certo e assegurar que nenhum pormenor escapa foram fatores críticos de sucesso para garantir o objetivo com sucesso;

Encontrar soluções para a ausência de visitas físicas aos imóveis: uma vez que cabe a todos e cada um de nós ter a responsabilidade de mantermos o isolamento social, é imperativo encontrar forma de potenciais compradores poderem visitar os imóveis que temos em carteira. Para tal, foi importante identificar, numa primeira análise, quais os que se encontram habitados e quais os devolutos. Posteriormente, realizar visitas virtuais de forma a permitir visitas não presenciais e, quando tal não for possível, aplicar o plano de contingência adequado a despistarmos e qualificarmos o potencial comprador, de forma a ajudar-nos a decidir que visitas realizar, com as devidas medidas de segurança;

Preparar dossiers de informação para investidores/promotores, sobre imóveis cujos contratos de angariação tive oportunidade de fechar antes do estado de emergência. Estamos a falar de ativos de alto valor e dirigidos a um target que, para comprar, tem que ter uma qualidade e detalhe técnico de informação que o permita perceber com rigor o investimento que pondera realizar;

Analisar e repensar a estratégia adotada:  um momento em que as visitas físicas se resumem a (quase) zero, é sempre uma oportunidade para questionarmos/desafiarmos a estratégia adotada e ajustá-la em conformidade. Acredito que são momentos como este que, colocando-nos à prova, nos permitem reinventar e procurar formas de fazer mais e melhor;

Assistir e participar em conferências online de especialistas: para nos munir da maior e melhor informação possível, de forma a permitir-nos formar uma opinião sustentada da conjuntura atual, construir os cenários possíveis futuros e aconselhar da melhor forma todos os clientes, sejam eles vendedores, compradores, investidores, promotores, senhorios ou players de alojamento local;

Atualizar base de dados de todos os stakeholders que fazem parte da minha rede profissional;

Falar com clientes e parceiros, sem qualquer intuito transacional, com o único e genuíno objetivo de saber se estão bem, se as suas famílias estão bem e como estão a viver o período de isolamento social;

Realizar trabalho administrativo que vai ficando para trás durante a azáfama do dia-a-dia normal de um agente imobiliário.

 

Apesar do estado de emergência que o país (e o mundo) atravessou e de todos os cuidados a ter nos próximos tempos, a situação não é, felizmente, sinónimo de abrandamento no meu ritmo profissional diário, o que me ajuda a manter um equilíbrio pessoal e mental necessários ao desafio que atravessamos. E o futuro só pode avizinhar-se absolutamente brilhante e melhor que o presente!


Gostava de saber como tem sido o desafio do teletrabalho para a equipa da Home Hunting? Pode ver o testemunho da Mara Cruz Silva, Gestora de Pessoas, aqui.

 

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Home Hunting

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